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Faculdade de direito à distância – AMBRA

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Pra quem tem interesse em atuar como advogado nos EUA, uma boa opção de graduação em direito à distância, é o AMBRA (American College of Brazilian Studies).

O AMBRA é uma instituição regida pelas leis do estado da Florida – Estados Unidos da América e é licenciado pela Commission for Independent Education – Florida Department of Education, licença número 4001, para se designar “College” e para oferecer o curso de Bachelor of Science in Foreign Legal Studies.

Os cursos da AMBRA são ministrados a distância, com método próprio no qual o aluno poderá estudar, esteja onde estiver, senhor do seu tempo e espaço.

AMBRA x MEC

Infelizmente, O American College of Brazilian Studies não possui qualquer vínculo com o Ministério da Educação do Brasil (MEC), ou qualquer outro organismo governamental brasileiro, portanto seu diploma é válido apenas nos EUA.

Existe um processo que é a revalidação do curso no Brasil desde que a equivalência abranja áreas congêneres, similares ou afins oferecidas no Brasil. Neste caso, a própria instituição poderá fornecer todos os detalhes.

Confira aqui o site da instituição.



Ensino a distância gratuito cresce no Brasil

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O gosto pela música faz parte da vida de Marinês Mendes, 44, há pelo menos uns 20 anos. Ela já deu aulas particulares de violão e fez um curso aqui, outro ali, enquanto trabalha como servidora na USP, bem distante das notas musicais.

Em 2007, uma ex-professora ligou para Marinês e fez uma pergunta estranha: “Quer voltar a estudar música? Em casa e de graça?”.

O convite era para que a ex-aluna tentasse o vestibular para licenciatura em ensino musical, pelo programa de educação a distância da UFSCar (Universidade Federal de São Carlos).

Marinês e mais 33 alunos toparam a experiência, compartilhada por mais de 170 mil pessoas que hoje fazem algum tipo de graduação ou especialização em cursos oferecidos por instituições públicas que participam do sistema Universidade Aberta do Brasil, programa do MEC (Ministério da Educação) para o ensino a distância.

Apesar de ser a distância, o curso não é fácil, dizem os alunos. Demanda muito estudo em casa, além dos encontros presenciais em polos espalhados pelo país –onde os alunos fazem provas e atividades em grupo.

Criada em 2006, a UAB tem como objetivo atender a população com dificuldades de acesso à formação superior e os professores do sistema público sem graduação, que têm apenas o magistério ou que ministram aulas de disciplinas não compatíveis com sua formação.

Por ser um projeto novo, Celso José da Costa, diretor de educação a distância da Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior), reconhece que ainda há problemas.

“Algumas universidades não têm experiência nesse tipo de ensino, então sempre surgem alguns imprevistos. As equipes de alguns polos ainda mostram dificuldades, mas estamos melhorando.”

Disciplina

Estudante de sistema de informação, Marcelo Correia, 33, vai precisar estudar mais do que previa até o fim do ano ou poderá ser reprovado novamente em uma matéria e até ser jubilado do curso.

Para evitar que os estudantes prolonguem os anos de estudo, ocupando o lugar de outros, a UAB não permite duas reprovações na mesma matéria. “Agindo dessa forma, a própria UAB vai ampliar a exclusão educacional no país”, critica Marcelo.

Já Marinês acha a exigência necessária. “O aluno precisa ter disciplina, estudar três, quatro horas por dia e nos fins de semana. Se não houver cobrança, em muitos casos não funciona.”

Mesmo concordando com tanta exigência, ela fica em dúvida se faria outro curso a distância. “Cansa bastante. Acho que agora eu não faria outro. Mas vale muito a pena, sempre recomendo.”

Fonte: Folha de SP



Ensino a distância já atrai um em cada cinco novos estudantes de graduação

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Dados do Ministério da Educação mostram que um em cada cinco novos alunos de graduação no País ingressam em um curso a distância. Ou seja: cerca de 20% dos universitários já estudam entre aulas na internet e em polos presenciais. Os números indicam um rápido avanço da modalidade, ainda pouco conhecida da maioria da população.

O grande impulso para o crescimento do modelo semi-presencial – apesar do nome, aulas totalmente a distância são proibidas pela legislação – foi dado pelo próprio governo, com a criação da Universidade Aberta do Brasil, em 2005. A instituição tem 180 mil vagas em cursos superiores oferecidos em parceria com universidades federais.

No mês passado, a Universidade de São Paulo (USP), que até então resistia em adotar o modelo, lançou junto com o governo do Estado seu primeiro curso a distância, uma licenciatura em Ciências voltada também para formação de professores. A primeira turma a distância da Universidade Estadual Paulista (Unesp) começou suas aulas neste semestre.

“Os estudantes são atraídos pela versatilidade, modularidade e capacidade de inclusão que a metodologia oferece”, afirma o pesquisador Fábio Sanchez, autor do levantamento e um dos coordenadores do Anuário Brasileiro Estatístico de Educação Aberta e a Distância. Por outro lado, a modalidade exige autonomia do estudante, porque as aulas são construídas por meio de tecnologias como fóruns de discussão, videoconferências e chats pela internet.

Algumas avaliações também podem ser feitas online, mas as provas devem ser presenciais, assim como parte do conteúdo das aulas e atendimentos com os professores. “A tendência é que a educação presencial e EAD se misturem cada vez mais no futuro”, afirma Sanchez.

Por enquanto, o modelo a distância tem mantido taxas altas de crescimento (50% ao ano, em média), enquanto o avanço da graduação presencial tende a se estabilizar (3,5% em 2008). Além da presença forte no setor público, diversas universidades e faculdades privadas adotaram nos últimos anos o modelo a distância, tanto na graduação quanto na pós.

“A graduação EAD vai crescer cada vez mais porque o presencial não consegue atender todo mundo”, explica Marta Maia, professora da Fundação Getúlio Vargas em São Paulo e membro do conselho científico da Associação Brasileira de Ensino a Distância. “A modalidade atrai pessoas que trabalham para sustentar a família, têm mais de 30 anos ou que moram em cidades onde não há universidades. E no Brasil há muita gente com esse perfil.”

Desempenho. Na avaliação do o secretário de Educação a Distância do MEC, Carlos Eduardo Bielschowsky, o Brasil ainda passa por um processo de aceitação e conhecimento do que é a modalidade. “A EAD é um fenômeno mundial e aqui no Brasil ainda demorou para se estabelecer.” Ele cita o resultado das avaliações do ensino superior conduzidas pelo ministério que mostram desempenho semelhante e em alguns casos superior dos estudantes de EAD em relação ao alunos de cursos presenciais.

Mesmo assim, há resistência de gestores que organizam concursos públicos e conselhos de classe. Em fevereiro, a Justiça Federal suspendeu uma resolução do Conselho Federal de Biologia que proibia a concessão de registro profissional para alunos formados a distância.

Por Mariana Mandelli – O Estado de S.Paulo



MEC descredencia cursos de ensino a distância da Universidade Castelo Branco (UCB)

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Após a constatação de algumas irregularidades, o Ministério da Educação (MEC) decidiu descredenciar os cursos de ensino a distância da Universidade Castelo Branco (UCB), com sede no Rio de Janeiro. Entre os problemas identificados pelo MEC estão o da oferta de pólos inadequados e o de material didático não condizente com a qualidade exigida para a realização dos cursos.

Vale ressaltar que os alunos matriculados em data anterior à publicação da portaria terão direito a concluir o curso, exclusivamente para fins de expedição de diploma.

A universidade terá o prazo de 30 dias para entrar com recurso no CNE (Conselho Nacional de Educação)

Fonte: Diário Oficial da União.



Professores da rede pública podem adotar recursos de mídia

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Professores da rede pública podem adotar recursos de mídiaProfessores da rede pública de ensino de todo o país podem se capacitar para o uso pedagógico de tecnologias da informação e da comunicação – TV, vídeo, informática, rádio e impressos – por meio do programa Mídias na Educação.

O programa é uma realização da Secretaria de Educação a Distância (Seed) do Ministério da Educação, em parceria com secretarias de educação e universidades públicas. As aulas são online, por meio do ambiente virtual e-Proinfo.

Além de oferecer cursos de formação continuada voltados para o uso pedagógico das diferentes tecnologias da informação e da comunicação, de forma integrada ao processo de ensino e aprendizagem, o curso prepara professores para utilizar as ferramentas encontradas no Portal do Professor.

“Queremos que o professor se aproprie de tecnologias como rádio, TV, vídeos e computador e seja capaz de utilizá-las crítica e criativamente na sala de aula”, justifica a coordenadora-geral de formação e capacitação em Ensino a Distância (EAD) da Seed, Simone Medeiros.

Ciclos do curso

O curso é dividido em três ciclos de estudo. O ciclo básico, com 120 horas de duração, dá direito a certificado de extensão e tem como pré-requisito a formação de nível médio. Para o ciclo intermediário, com 60 horas, que oferece certificado de aperfeiçoamento e o avançado, com 180 horas, que concede certificado de especialização, é necessário que o professor tenha curso superior.

Criado em 2005, como experiência piloto, o Mídias na Educação atendeu 69.300 professores até 2008. Para 2009, a meta é atingir 60.488 professores: 27.260 no ciclo básico, 25.394 no ciclo intermediário e 7.734 no ciclo avançado.

A oferta de cursos é organizada em função da demanda do Plano de Ações Articuladas (PAR), que estabelece metas e indicadores de qualidade para o melhor desempenho da educação básica no país. Os dados da demanda apresentada pelo PAR são cruzados com a demanda apresentada pela coordenação estadual do programa, integrada por representantes da universidade, da secretaria estadual de educação e da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) estadual.

Outra opção de curso será oferecida, a partir deste ano, pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC/RJ) em parceria com a Seed, como ação do Proinfo Integrado. É o curso de Tecnologias na Educação, com 400 horas de duração e nível de especialização. As aulas são voltadas, preferencialmente, ao atendimento de formadores da rede da TV Escola, do Proinfo Integrado, do Mídias na Educação e do Proinfantil, mas vão atender também professores e gestores escolares.

“Com isso queremos fortalecer a formação dos formadores e, indiretamente, qualificar o processo, melhorando a qualidade da educação na escola”, adianta Simone Medeiros. Cada estado brasileiro tem direito a 220 vagas, sendo 110 para educadores da rede estadual e 110 para os das redes municipais.

Fonte: MEC