Divulgado o ranking das melhores instituições no ensino a distância (EAD), segundo a avaliação dos estudantes
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A falta de agilidade na comunicação entre instituições de ensino superior e estudantes é a maior queixa dos alunos de Educação a Distância do Brasil. O dado consta em um ranking preparado pela ABE-EAD (Associação Brasileira dos Estudantes de Educação a Distância), que ouviu 15.012 estudantes de 58 faculdades e centros universitários que ofertam ensino a distância no país.
Entre os quesitos que os alunos avaliaram, estão a qualidade dos cursos, o material das aulas, o sentimento de aprendizado e a velocidade dos professores para responder aos estudantes – sobre dúvidas, esclarecimentos e informações. E é aí que está o maior problema. “Muitos estudantes demoram a ter suas dúvidas atendidas pelas IES (Instituições de Ensino Superior), e essa é uma das maiores dificuldades que esse sistema ainda enfrenta”, aponta o presidente da ABE-EAD, Ricardo Holz.
Para Holz, apesar de alguns entraves, as instituições, em geral, têm melhorado a qualidade de seu ensino. “Existe um grande esforço convergente entre IES e entidades representativas para que a metodologia funcione ao seu extremo e leve com qualidade cursos para todo o país, o que resultará com o tempo no reconhecimento da EAD no Brasil”, avalia.
Para o presidente da Abed (Associação Brasileira de Educação a Distância), Fredric Michael, a pesquisa realizada pela associação dos estudantes tem credibilidade e aponta uma das demandas para as quais as instituições devem estar mais antenadas. “Antigamente, bastava oferecer um bom conteúdo que tudo estava resolvido. Hoje, é condição fundamental para sucesso do ensino que o conteúdo venha acompanhado do devido suporte ao aluno”, explica.
Como escolher?
Os valores de mensalidades também são bastante diferentes entre as instituições – há escolas que cobram menos de R$ 130 por mês, enquanto FGV e AIEC (as primeiras no ranking) praticam preços próximos de R$ 550 na graduação.
Ao selecionar a instituição de ensino, Michael orienta os potenciais alunos a avaliarem a reputação da instituição, conhecer a qualificação do tutor (que vai sanar dúvidas e atender as demandas dos alunos) e pesquisar grades curriculares. “Um bom curso de graduação a distância tem o seu preço, tanto para manter servidor quanto para custear material de qualidade e tutores com experiência e conhecimento”, analisa o presidente da Abed.
Apesar de destacarem a existência de instituições sem o devido cuidado com a estruturação do ensino e as relações com os alunos, ambos representantes do setor reforçam o nível de qualidade alcançado por algumas instituições. “A maioria das instituições está aperfeiçoando e corrigindo seus métodos e a qualidade está melhorando muito”, diz Holz. O presidente de Abed corrobora: “Algumas instituições mostraram que é possível proporcionar altos níveis de aprendizado e estão servindo como referência na área”.
Confira abaixo a lista com o ranking:

Fonte: Economia UOL


Pra quem tem interesse em atuar como advogado nos EUA, uma boa opção de graduação em direito à distância, é o AMBRA (American College of Brazilian Studies).

Dados do Ministério da Educação mostram que um em cada cinco novos alunos de graduação no País ingressam em um curso a distância. Ou seja: cerca de 20% dos universitários já estudam entre aulas na internet e em polos presenciais. Os números indicam um rápido avanço da modalidade, ainda pouco conhecida da maioria da população.


