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As melhores histórias sobre sucesso profissional no Linkedin podem ganhar iPads.

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Institituição de ensino a distância vai premiar com iPads as melhores histórias em busca do sucesso profissional compartilhadas no LinkedIn, rede social de networking e referências profissionais.

Através de um concurso cultural – o primeiro utilizando o LinkedIn no Brasil – as melhores histórias publicadas até 08 de janeiro de 2011 no grupo “Buscando Sucesso Profissional” no LinkedIn, concorrem a 2 iPads (além de iPods e menções honrosas), 1 iPad está reservado aos alunos e graduados da Faculdade AIEC, que promove a ação.

A Faculdade AIEC, que oferece cursos de administração pela internet, alcançou nota máxima no Enade/MEC, possui ISO 9001:2008, e é referência no ensino a distância em português. A Faculdade já formou 4 mil profissionais e tem mais de 4 mil estudantes localizados em 40 centros no Brasil, Japão e Angola.

Links:
Grupo Buscando Sucesso Profissional no LinkedIn
Twitter @SucessoProf
Site Faculdade AIEC
Regulamento do Concurso Cultural Buscando Sucesso Profissional

Mais informações:
Departamento de Marketing – AIEC
Contatos: Monica Leoni e/ou Luciana Nogueira
marketing@aiec.br



Conheça o livro “Gestão de EAD”, de Vitor Gomes, Giovany F. Teixeira e Jocimar Fernandes

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A gestão de um curso a distância é algo bastante complexo e as decisões tomadas podem ter impacto direto sobre os resultados do curso, culminando em altas taxas de evasão e repetência.

Este livro, cujo tema é “Vivências e possibilidades a partir de um curso de Licenciatura em Informática”, se propõe a apresentar reflexões a partir do modelo de gestão de uma Licenciatura em Informática do Instituto Federal do Espírito Santo – Ifes e que obteve bons resultados já ao final do primeiro período do curso.

A autoria fica por conta de Vitor Gomes, Giovany F. Teixeira e Jocimar Fernandes.

Para comprar o livro, clique aqui.



Opção pelo EAD no Brasil derruba distâncias

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Por Débora Thome, da Revista Dirigida (maio/2010)

Presidente da Associação da Cadeia Produtiva de Educação a Distância aponta os fatores que explicam o avanço da modalidade no país

A EAD, segundo a Associação Brasileira de Educação a Distância (Abed), foi utilizada por 2,6 milhões de brasileiros em 2008. Em diversos países desenvolvidos, como no Canadá, Estados Unidos, Austrália, Inglaterra e Espanha, a modalidade faz um enorme sucesso. Seria estranho que no Brasil fosse diferente. A explicação, segundo Carlos Alberto Chiarelli, presidente da Aced (Associação da Cadeia Produtiva de Educação a Distância), é simples. “Se em países com territórios mínimos a EAD é a grande aposta, imaginem em nosso país, que possui uma dimensão enorme, o que dificulta o acesso às aulas presenciais àqueles que vivem em cidades mais distantes”, disse.

É preciso entender ainda, na opinião do ex-ministro da Educação, que nenhuma modalidade é melhor ou pior: elas são apenas diferentes e têm um único propósito, que é levar a educação a todos. “E o Ensino a Distância tem alcançado este fim. Acredito que a qualidade dos materiais e dos professores contratados para a EAD supera qualquer dúvida a respeito desse método”, disse Chiarelli. Para o educador, quanto mais acesso ao ensino, mais cidadãos se tornarão conscientes e ativos na sociedade. “O momento, a partir de agora, é de união e não de dúvidas. A educação a distância é válida e primordial para o país e é também, com certeza, uma grande aposta atual e, seguramente, para o futuro”, disse Chiarelli, que ainda defendeu a modalidade, resumidamente, em três pontos- chave.

Por que EAD?

“Pela facilidade e excelência de seu método. Atualmente, o Brasil possui apenas 13% dos jovens de 18 a 24 anos cursando o ensino superior. É um índice pequeno se compararmos com o Chile e a Argentina, onde cerca de 40% dos jovens nessa faixa etária ingressam na universidade. Isso sem mencionar a evasão escolar, a falta de estímulo para o professor, as condições precárias das salas de aula e o difícil acesso à educação. O Brasil já beira os três milhões de matriculados em cursos a distância. Isto significa que a EAD é um forte instrumento de democratização. Estes são os maiores diferenciais do método: poder estudar na hora que for mais conveniente, por um valor acessível, tendo todo o apoio da instituição escolhida, com materiais de altíssima qualidade.”

Verdade
“Diferentemente do que muitas pessoas pensam, realizar um curso a distância não é fácil e exige maior interesse e disciplina por parte do aluno. Apesar de oferecer maior flexibilidade do que um curso presencial, a EAD exige maior esforço estudante, por ter que ser ele o próprio regente do estudo. A flexibilidade oferecida é ideal para pessoas que têm que trabalhar, não possuem tempo de assistir às aulas tradicionais e têm motivação para progredir profissionalmente. Além disso, a EAD é capaz de levar aos lugares mais remotos o acesso à educação, bem como produz materiais consistentes para a formação dos alunos. Polos com tutores preparados para receber os estudantes, professores online e acesso irrestrito para a retirada de dúvidas são apenas algumas das ferramentas utilizadas. Há muita interação com o aluno, mas não na forma tradicional somente.”

Mito

“O maior mito é a questão da validade do diploma. Os cursos a distância, desde que reconhecidos e autorizados pelo Ministério da Educação (MEC), têm plena validade para todos os fins legais. Ou seja, desde que o aluno escolha uma instituição autorizada, o diploma deve gerar os mesmos efeitos de um curso realizado em uma instituição qualquer pelos métodos tradicionais, isto é, presenciais, sem nenhuma vedação.”



Os idosos e a educação a distância

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Confira na íntegra e excelente reportagem da edição nº 9, da Revista Dirigida.

Apesar de terem um perfil ideal de adaptação à educação a distância, idosos ainda estão esquecidos quando do planejamento de oferta de cursos na modalidade

Ainda não existem estudos que indiquem quais são as hipóteses corretas. Mas alguns já dão conta que o uso da internet pode ajudar a superar depressão, desamparo e solidão, todos de incidência relativamente comum a idosos. O que é interessante é que a população idosa, na sociedade brasileira, não tem sido prestigiada como público, quando se trata de educação a distância.

Masako Masuda, atual presidente da Fundação Cecierj (Centro de Ciências do Estado do Rio de Janeiro), que abrange o Consórcio Cederj (Centro de Educação a Distância do Estado do Rio de Janeiro), dá como exemplo de mudança de perfil a própria história. Professora desde 1970, Masako teve seu primeiro contato com a educação a distância em 2002, “já sexagenária”, como fez questão de frisar, e atua na área desde 2002.

Apesar de não conhecer qualquer levantamento específico sobre faixas etárias na EAD, a professora Masako confirmou a suspeita de que a modalidade costuma, sim, atrair um público mais velho. “Geralmente, nossos alunos (do Cederj) estão acima dos 30 anos de idade e já atuam no mercado de trabalho, embora em alguns casos seja a primeira graduação.”

Pela sua experiência na área, Masako Masuda acredita que a EAD pode e deve ser mais explorada e direcionada a pessoas de idade mais avançada. Na sua opinião, pessoas mais maduras, já aposentadas ou próximas da terceira idade, têm o perfil ideal para se adaptar com maior facilidade à modalidade de ensino, a despeito da prática e habilidade de lidar com as novas tecnologias. “É mais fácil aprender a lidar com o computador do que adquirir disciplina e disposição, fatores fundamentais para ingressar com tranquilidade em qualquer curso de EAD”, disse a presidente da Fundação Cecierj/Consórcio Cederj.

O idoso não deve ser excluído do EAD

Nos países em desenvolvimento, como o Brasil, considera-se idoso quem completa 60 anos. Nos países desenvolvidos, a idade sobe para 65 anos.

Como cresceu a expectativa de vida dos indivíduos, consequentemente, aumentou também seu período produtivo, esteja ele inserido no mercado formal ou não. Envelhecer pressupõe alterações físicas, psicológicas e sociais no indivíduo. Tais alterações são naturais e gradativas — a alimentação adequada, a prática de exercícios físicos, a exposição moderada ao sol, o controle do estresse, o apoio psicológico, atitudes positivas perante a vida e a estimulação mental, são alguns fatores que podem retardar os efeitos da passagem do tempo.

Nesse último quesito, a EAD poderia ter um papel fundamental a cumprir. Em sua tese de mestrado, o professor José Carlos Belo Rodrigues Jr., que atua no Núcleo de Tecnologias da Educação da Universidade Estadual do Maranhão, abordou essa questão: “Idosos com dificuldades de locomoção adquirem nova mobilidade graças à teleparticipação, uma vez que podem acompanhar de forma virtual reuniões, aulas e fóruns de discussão”.



Lançamento do livro “Educação sem Distância”, de Romero Tori

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Hoje, dia 30 de março será o lançamento oficial do livre “Educação sem Distância”, de Romero Tori (, membro do Conselho Deliberativo do NAP). A produção foi firmada através de uma parceria entre a Editora SENAC-SP e o NAP Escola do Futuro / USP.

O livro fundamenta que, na educação apoiada por tecnologias interativas, às mídias digitais assumem papel de destaque e oferecem novas formas de trabalho e de aprendizagem.

Com a multiplicidade de opções tecnológicas, planejar e programar atividades de aprendizagem são uma tarefa que assume características cada vez mais próximas da engenharia. O livro propõe uma taxonomia dessas mídias e uma linguagem visual para modelagem de atividades de aprendizagem, considerando interatividade, relações de distância e seqüenciamento em programas educacionais que integrem recursos virtuais e presenciais.

O lançamento ocorrerá na FNAC de Pinheiros, em São Paulo, às 19h. Prestigiem!