Artigos

Ensino à distância oferece grandes oportunidades para quem mora em áreas rurais

Portado em Artigos, Cursos por admin – 50 Comments

O ensino à distância tornou-se uma solução para grande parte dos brasileiros, pela sua praticidade e flexibilidades no tempo. Alunos de todo o Brasil fazem cursos, obtém certificações, graduações e até MBA à distância. Os alunos que vivem no campo ou em cidades mais distantes, o EAD se tornou um grande aliado na busca por conhecimento e melhorias na área profissional, visando boas oportunidades no mercado.

De acordo com o Ministério da Educação (MEC), pelo menos um milhão de brasileiros estão matriculados em cursos à distância credenciados pelo ministério, que só em 2010, certificou outros 208 cursos desta modalidade.

Ensino à distância no campo

Já consagrado em graduações e pós-graduações, o ensino à distância também é uma grande opção para os moradores do campo e de cidades mais distantes, um grande exemplo é o Serviço de Aprendizagem Rural (Senar), que em uma iniciativa inédita, resolveu subsidiar cursos de educação à distância para investir na qualificação do trabalhador rural brasileiro.

Para isso, foi criado o EAD Senar, que oferece cerca de 30 cursos técnicos à distância para todos os brasileiros, e o custo fica por conta do Senar. A população não paga nada e ainda sai com o certificado de um dos mais importantes centros de qualificação rural do Brasil.

Os cursos são das mais variadas modalidades, como o de Introdução à internet, Meio Ambiente e Empreendedorismo e Gestão de Negócios, todos gratuitos, criados com o objetivo de preparar o aluno para buscar melhores oportunidades de trabalho, seja na lavoura, como também na cidade.

De acordo com o índice divulgado pelo Censo EAD referentes ao ano de 2008, existem 2.648.031 matriculados nessa modalidade de ensino no país. Ao todo, são oferecidos 1.752 cursos, entre credenciados e livres. A maior parte dos alunos se encontra em uma faixa dos 30 aos 34 anos de idade.

Para mais informações acesso o site eadsenar.canaldoprodutor.com.br.



Educação à distância: Você está convidado!

Portado em Artigos por admin – 49 Comments

O ensino à distância é uma ótima oportunidade para aqueles que não têm oportunidade de ir para uma universidade ou freqüentar salas de aula por diversos motivos, tais como logística, horários fixos, qualidade em certas instituições entre outros.

O processo educacional a distancia é exercida principalmente com a ajuda da internet, devido à agilidade das informações combinadas com alta tecnologia ao nosso favor.

Assim, se por algum motivo você não tem nenhuma oportunidade de se tornar um aluno de parte integral em uma instituição tradicional, você está convidado a juntar-se a educação à distância.

O número de universidades que prevê esse tipo de educação é imenso. Que acompanha o blog EAD Brasil sabe que diversas vagas são abertas, seja graduação, pós, MBA, mestrados e cursos em gerais.

Sinta-se a vontade e seja bem-vindo!



A Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) terá aulas virtuais a partir de 2011

Portado em Artigos por admin – Be the first to comment

A Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) está licenciando 150 professores para dar início a ofertar no segundo semestre de 2011, parte de suas disciplinas presenciais por meio de aulas virtuais.

Na UFMS, os professores que estão em capacitação representam aproximadamente 90% dos cursos presenciais oferecidos na universidade atualmente. Até 20% do conteúdo de algumas disciplinas poderão ser ministrados por aulas virtuais – o que até então só podia acontecer dentro de sala de aula.

São os professores das disciplinas dos cursos da UFMS que ficarão responsáveis por identificar qual é a parte do conteúdo que poderá ser ministrado por meio das aulas virtuais.

A idéia é utilizar ferramentas tecnológicas para ampliar a compreensão do aluno.

Para mais detalhes acesse www.ead.ufms.br.

Fonte: Correio do Estado



Ensino a distância gratuito cresce no Brasil

Portado em Artigos, Cursos por admin – Be the first to comment

O gosto pela música faz parte da vida de Marinês Mendes, 44, há pelo menos uns 20 anos. Ela já deu aulas particulares de violão e fez um curso aqui, outro ali, enquanto trabalha como servidora na USP, bem distante das notas musicais.

Em 2007, uma ex-professora ligou para Marinês e fez uma pergunta estranha: “Quer voltar a estudar música? Em casa e de graça?”.

O convite era para que a ex-aluna tentasse o vestibular para licenciatura em ensino musical, pelo programa de educação a distância da UFSCar (Universidade Federal de São Carlos).

Marinês e mais 33 alunos toparam a experiência, compartilhada por mais de 170 mil pessoas que hoje fazem algum tipo de graduação ou especialização em cursos oferecidos por instituições públicas que participam do sistema Universidade Aberta do Brasil, programa do MEC (Ministério da Educação) para o ensino a distância.

Apesar de ser a distância, o curso não é fácil, dizem os alunos. Demanda muito estudo em casa, além dos encontros presenciais em polos espalhados pelo país –onde os alunos fazem provas e atividades em grupo.

Criada em 2006, a UAB tem como objetivo atender a população com dificuldades de acesso à formação superior e os professores do sistema público sem graduação, que têm apenas o magistério ou que ministram aulas de disciplinas não compatíveis com sua formação.

Por ser um projeto novo, Celso José da Costa, diretor de educação a distância da Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior), reconhece que ainda há problemas.

“Algumas universidades não têm experiência nesse tipo de ensino, então sempre surgem alguns imprevistos. As equipes de alguns polos ainda mostram dificuldades, mas estamos melhorando.”

Disciplina

Estudante de sistema de informação, Marcelo Correia, 33, vai precisar estudar mais do que previa até o fim do ano ou poderá ser reprovado novamente em uma matéria e até ser jubilado do curso.

Para evitar que os estudantes prolonguem os anos de estudo, ocupando o lugar de outros, a UAB não permite duas reprovações na mesma matéria. “Agindo dessa forma, a própria UAB vai ampliar a exclusão educacional no país”, critica Marcelo.

Já Marinês acha a exigência necessária. “O aluno precisa ter disciplina, estudar três, quatro horas por dia e nos fins de semana. Se não houver cobrança, em muitos casos não funciona.”

Mesmo concordando com tanta exigência, ela fica em dúvida se faria outro curso a distância. “Cansa bastante. Acho que agora eu não faria outro. Mas vale muito a pena, sempre recomendo.”

Fonte: Folha de SP



Opção pelo EAD no Brasil derruba distâncias

Portado em Artigos, Publicações por admin – 1 Comment

Por Débora Thome, da Revista Dirigida (maio/2010)

Presidente da Associação da Cadeia Produtiva de Educação a Distância aponta os fatores que explicam o avanço da modalidade no país

A EAD, segundo a Associação Brasileira de Educação a Distância (Abed), foi utilizada por 2,6 milhões de brasileiros em 2008. Em diversos países desenvolvidos, como no Canadá, Estados Unidos, Austrália, Inglaterra e Espanha, a modalidade faz um enorme sucesso. Seria estranho que no Brasil fosse diferente. A explicação, segundo Carlos Alberto Chiarelli, presidente da Aced (Associação da Cadeia Produtiva de Educação a Distância), é simples. “Se em países com territórios mínimos a EAD é a grande aposta, imaginem em nosso país, que possui uma dimensão enorme, o que dificulta o acesso às aulas presenciais àqueles que vivem em cidades mais distantes”, disse.

É preciso entender ainda, na opinião do ex-ministro da Educação, que nenhuma modalidade é melhor ou pior: elas são apenas diferentes e têm um único propósito, que é levar a educação a todos. “E o Ensino a Distância tem alcançado este fim. Acredito que a qualidade dos materiais e dos professores contratados para a EAD supera qualquer dúvida a respeito desse método”, disse Chiarelli. Para o educador, quanto mais acesso ao ensino, mais cidadãos se tornarão conscientes e ativos na sociedade. “O momento, a partir de agora, é de união e não de dúvidas. A educação a distância é válida e primordial para o país e é também, com certeza, uma grande aposta atual e, seguramente, para o futuro”, disse Chiarelli, que ainda defendeu a modalidade, resumidamente, em três pontos- chave.

Por que EAD?

“Pela facilidade e excelência de seu método. Atualmente, o Brasil possui apenas 13% dos jovens de 18 a 24 anos cursando o ensino superior. É um índice pequeno se compararmos com o Chile e a Argentina, onde cerca de 40% dos jovens nessa faixa etária ingressam na universidade. Isso sem mencionar a evasão escolar, a falta de estímulo para o professor, as condições precárias das salas de aula e o difícil acesso à educação. O Brasil já beira os três milhões de matriculados em cursos a distância. Isto significa que a EAD é um forte instrumento de democratização. Estes são os maiores diferenciais do método: poder estudar na hora que for mais conveniente, por um valor acessível, tendo todo o apoio da instituição escolhida, com materiais de altíssima qualidade.”

Verdade
“Diferentemente do que muitas pessoas pensam, realizar um curso a distância não é fácil e exige maior interesse e disciplina por parte do aluno. Apesar de oferecer maior flexibilidade do que um curso presencial, a EAD exige maior esforço estudante, por ter que ser ele o próprio regente do estudo. A flexibilidade oferecida é ideal para pessoas que têm que trabalhar, não possuem tempo de assistir às aulas tradicionais e têm motivação para progredir profissionalmente. Além disso, a EAD é capaz de levar aos lugares mais remotos o acesso à educação, bem como produz materiais consistentes para a formação dos alunos. Polos com tutores preparados para receber os estudantes, professores online e acesso irrestrito para a retirada de dúvidas são apenas algumas das ferramentas utilizadas. Há muita interação com o aluno, mas não na forma tradicional somente.”

Mito

“O maior mito é a questão da validade do diploma. Os cursos a distância, desde que reconhecidos e autorizados pelo Ministério da Educação (MEC), têm plena validade para todos os fins legais. Ou seja, desde que o aluno escolha uma instituição autorizada, o diploma deve gerar os mesmos efeitos de um curso realizado em uma instituição qualquer pelos métodos tradicionais, isto é, presenciais, sem nenhuma vedação.”



O blog como forma de aprendizado

Portado em Artigos, Tecnologia por admin – 6 Comments

Na era tecnológica, é imprescindível o uso das ferramentas on-line para complementação do aprendizado. A maioria dessas ferramentas é gratuita e muito prática de ser utilizada, facilitando ainda mais uso.

O que é o um blog?
O blog é um site cuja estrutura permite a atualização instantânea a partir de cadastro das informações (chamados posts). Estes são, em geral, organizados de forma cronológica inversa, tendo como foco a temática proposta do blog ou qualquer outro assunto de interesse, podendo claro, fazer o uso de feitio informal e até mesmo, criativo. Para tal, não é necessário nenhum conhecimento técnico para toda essa administração.

O blog como forma de aprendizado

Além de o aluno digerir esse conhecimento, o professor poderá interagir com os alunos, convidando-os a participar de pesquisas, enquetes, debate entre outros meios de comunicação.

Ainda com o blog, o professor pode:

• Decorrer atividades complementares;
• Apoio a uma determinada disciplina que tenha um contexto mais complexo;
• Divulgação de notas e pontuações;
• Auxiliar outros alunos, de outras instituções que buscam um aprendizado sério na rede;

Como criar um blog gratuito?

Uma das plataformas mais simples é o Blogger.com. Em apenas algumas etapas de cadastro, o professor já tem liberado o endereço, com toda a flexibilidade para divulgação.

Por fim, sinta-se a vontade para criar e entreter com os alunos de forma bem criativa. Além de estar colaborando com o desenvolvimento e curiosidade tecnológica com o aluno, você estará favorecendo ainda mais a inclusão digital.



Os idosos e a educação a distância

Portado em Artigos, Publicações por admin – Be the first to comment

Confira na íntegra e excelente reportagem da edição nº 9, da Revista Dirigida.

Apesar de terem um perfil ideal de adaptação à educação a distância, idosos ainda estão esquecidos quando do planejamento de oferta de cursos na modalidade

Ainda não existem estudos que indiquem quais são as hipóteses corretas. Mas alguns já dão conta que o uso da internet pode ajudar a superar depressão, desamparo e solidão, todos de incidência relativamente comum a idosos. O que é interessante é que a população idosa, na sociedade brasileira, não tem sido prestigiada como público, quando se trata de educação a distância.

Masako Masuda, atual presidente da Fundação Cecierj (Centro de Ciências do Estado do Rio de Janeiro), que abrange o Consórcio Cederj (Centro de Educação a Distância do Estado do Rio de Janeiro), dá como exemplo de mudança de perfil a própria história. Professora desde 1970, Masako teve seu primeiro contato com a educação a distância em 2002, “já sexagenária”, como fez questão de frisar, e atua na área desde 2002.

Apesar de não conhecer qualquer levantamento específico sobre faixas etárias na EAD, a professora Masako confirmou a suspeita de que a modalidade costuma, sim, atrair um público mais velho. “Geralmente, nossos alunos (do Cederj) estão acima dos 30 anos de idade e já atuam no mercado de trabalho, embora em alguns casos seja a primeira graduação.”

Pela sua experiência na área, Masako Masuda acredita que a EAD pode e deve ser mais explorada e direcionada a pessoas de idade mais avançada. Na sua opinião, pessoas mais maduras, já aposentadas ou próximas da terceira idade, têm o perfil ideal para se adaptar com maior facilidade à modalidade de ensino, a despeito da prática e habilidade de lidar com as novas tecnologias. “É mais fácil aprender a lidar com o computador do que adquirir disciplina e disposição, fatores fundamentais para ingressar com tranquilidade em qualquer curso de EAD”, disse a presidente da Fundação Cecierj/Consórcio Cederj.

O idoso não deve ser excluído do EAD

Nos países em desenvolvimento, como o Brasil, considera-se idoso quem completa 60 anos. Nos países desenvolvidos, a idade sobe para 65 anos.

Como cresceu a expectativa de vida dos indivíduos, consequentemente, aumentou também seu período produtivo, esteja ele inserido no mercado formal ou não. Envelhecer pressupõe alterações físicas, psicológicas e sociais no indivíduo. Tais alterações são naturais e gradativas — a alimentação adequada, a prática de exercícios físicos, a exposição moderada ao sol, o controle do estresse, o apoio psicológico, atitudes positivas perante a vida e a estimulação mental, são alguns fatores que podem retardar os efeitos da passagem do tempo.

Nesse último quesito, a EAD poderia ter um papel fundamental a cumprir. Em sua tese de mestrado, o professor José Carlos Belo Rodrigues Jr., que atua no Núcleo de Tecnologias da Educação da Universidade Estadual do Maranhão, abordou essa questão: “Idosos com dificuldades de locomoção adquirem nova mobilidade graças à teleparticipação, uma vez que podem acompanhar de forma virtual reuniões, aulas e fóruns de discussão”.