Archive for julho, 2010

Inscrições abertas para o curso de disseminadores de educação fiscal à distância

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A Secretaria de Estado de Fazenda está com as inscrições abertas para o 9º Curso de Disseminadores de Educação Fiscal a Distância. O curso faz parte do Programa Estadual de Educação Fiscal, realizado em parceria com a Secretaria de Estado de Educação e Escola de Administração Fazendária (Esaf).

As inscrições vão até o dia 6 de agosto. Estão disponíveis 400 vagas para todo o estado. Os candidatos serão selecionados de acordo com recebimento das fichas de inscrição via e-mail, através do endereço eletrônico educacaofiscal@fazenda.ms.gov.br.

O conteúdo programático está estruturado em quatro módulos, subdivididos em: Educação Fiscal no contexto social, Estado e Sociedade, Sistema Tributário Brasileiro e Gestão Democrática dos Recursos Públicos.

O curso será desenvolvido na modalidade educação a distância, via internet, e realizado por intermédio do Centro Virtual de Treinamento da Esaf/DF.

Receberá o certificado o aluno que obtiver no mínimo 70% do aproveitamento geral e realizar todas as atividades propostas nos quatro módulos.  O certificado será de 160 horas e o aluno deverá elaborar um projeto para aplicação dos conteúdos.

Os pré-requisitos para inscrição são: ser professor de escola pública, servidores públicos, universitários e sociedade civil organizada, ter disponibilidade para participação no curso, possuir endereço eletrônico e ter acesso à internet. Outras informações no fone (67) 3316-7530 das 7h30 às 13h30.

Fonte:  Correio do Estado



Faculdade de direito à distância – AMBRA

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Pra quem tem interesse em atuar como advogado nos EUA, uma boa opção de graduação em direito à distância, é o AMBRA (American College of Brazilian Studies).

O AMBRA é uma instituição regida pelas leis do estado da Florida – Estados Unidos da América e é licenciado pela Commission for Independent Education – Florida Department of Education, licença número 4001, para se designar “College” e para oferecer o curso de Bachelor of Science in Foreign Legal Studies.

Os cursos da AMBRA são ministrados a distância, com método próprio no qual o aluno poderá estudar, esteja onde estiver, senhor do seu tempo e espaço.

AMBRA x MEC

Infelizmente, O American College of Brazilian Studies não possui qualquer vínculo com o Ministério da Educação do Brasil (MEC), ou qualquer outro organismo governamental brasileiro, portanto seu diploma é válido apenas nos EUA.

Existe um processo que é a revalidação do curso no Brasil desde que a equivalência abranja áreas congêneres, similares ou afins oferecidas no Brasil. Neste caso, a própria instituição poderá fornecer todos os detalhes.

Confira aqui o site da instituição.



Senado discute mudanças em ensino a distância

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O Plenário do Senado aprovou, na última semana, em primeira votação, projeto de lei que obriga os alunos de cursos à distância a realizarem avaliações presenciais. A medida ainda será avaliada em votação suplementar para, depois, seguir para análise da Câmara dos Deputados. O caminho para se tornar lei ainda é longo, mas a medida já gera questionamentos sobre essa modalidade de ensino e pode provocar algumas alterações, embora poucas, na avaliação de representantes do segmento.

Eles acreditam que, com a aprovação da medida, pode haver uma mudança na imagem dos cursos de EAD (Ensino a Distância). Apenas isso. “O projeto de lei altera pouco o que já acontece na graduação a distância”, afirma o fundador da Associação dos Estudantes de EAD, Ricardo Holz. Ele explica que, hoje, os cursos à distância já obrigam seus alunos a freqüentarem algumas aulas in loco, bem como determinam a realização presencial de provas e outras atividades.

“No Brasil, ainda temos uma cultura presencial e entendemos que o estudante brasileiro já vai até a instituição, até para uma maior interação com outros alunos e com professores”, acredita Holz. “Ainda não temos uma cultura de fazer avaliações via internet”, completa o diretor de Educação a Distância do Sistema COC, Jeferson Fagundes. De acordo com ele, na maioria das instituições que oferecem cursos a distância, as avaliações presenciais têm peso maior na avaliação geral, de cerca de 60%.

Além do fator cultural, também há um fator legal que determina esse comportamento. O decreto que regulamenta o EAD (5.622/05) já obriga os estudantes a fazerem avaliações presenciais, bem como estágios obrigatórios, quando previstos, além da defesa de trabalhos de conclusão de curso e atividades relacionadas a laboratórios de ensino.

“Caso aprovada sem nenhuma alteração, a proposta deixará mais claro o que já é praticado no segmento educacional que atua na modalidade a distância”, completa o diretor-adjunto do Centro de Educação a Distância da Universidade Anhanguera, Luciano Sathler. “O projeto apenas solidifica o que já vigora. Em termos práticos, não muda nada”, diz Sathler, que também é representante da Associação Brasileira de Educação a Distância.

Por que o projeto prevê o que já existe?

A proposta em tramitação no Congresso Nacional pretende apenas assegurar que o que está previsto no Decreto de fato se cumpra. A ideia é tornar o Decreto parte da lei de diretrizes e bases para a educação. Para Sathler, mesmo tendo apenas esse intuito, a medida ajudará a fortalecer a imagem dos cursos a distância. E também poderá trazer impactos na demanda e oferta dos cursos. “Tanto a regulação como a legislação podem ampliar a possibilidade de oferta”, acredita. Para ele, tal ampliação também decorre das mudanças sociais. “As novas gerações vão exigir uma outra escola. Termos uma geração de alunos que têm capacidade de utilizar essas tecnologias”, completa o professor.

Holz, da Associação dos Estudantes, não vê aspectos positivos nesse tipo de iniciativa. “Esse projeto de lei não vai alterar a realidade, porque a sociedade não tem acesso a esse tipo de conteúdo”, avalia ele, que vai mais longe: “Portarias e leis são reflexos do pensamento da sociedade. São provas da discriminação com os alunos de EAD”, afirma. Para ele, o fato de existir um projeto obrigando a realização de atividades presenciais dá a impressão de que não existiam regras para tanto antes da medida.

O professor Fagundes não vê a existência do projeto dessa forma. “Altera a imagem do EAD para melhor”, afirma. “As mudanças não vão influenciar a metodologia do curso a distância, que é baseada em repasse de conhecimento”, explica. O diretor de Educação a Distância do Sistema COC reforça que em muitos cursos não são necessárias atividades presenciais.

EAD necessita de mudanças

Com ou sem lei, o sistema de EAD no Brasil precisa passar por diversas alterações, na avaliação dos especialistas consultados. “Temos problemas sim, como todo o sistema de ensino”, reforça Holz, da Associação dos Estudantes de EAD.

Para a estudante de ensino a distância Danielle Bambace, de 23 anos, a plataforma utilizada pela instituição que oferece o curso a distância que ela faz é o principal problema. “As plataformas poderiam ser melhoradas, pois parecem que elas não acompanham as inovações da internet”, afirma.

Danielle faz um curso de pós-graduação em Educação Ambiental no Senac-Rio e confessa que de início não confiava nessa modalidade de ensino. “A minha mãe precisou fazer um curso a distância e me indicou. Como eu não podia ficar mais tempo parada e não tinha tempo para fazer um curso presencial, arrisquei”, conta. “Estou gostando e aprendendo e me sinto mais estimulada do que ficaria se o curso fosse presencial”.

Danielle arriscou, mas nem todo mundo faz isso. “Ainda existe uma cultura de que o EAD não funciona”, explica Holz. “Esse preconceito existe, mas está diminuindo e a tendência é de ser cada vez menor”, lembra Sathler. “O EAD passa pelos mesmos desafios que a educação presencial”, ressalta. E Holz lista uma série deles, como a melhora do relacionamento entre as instituições e os estudantes. “Temos muita reclamação sobre a demora do retorno que as universidades dão às demandas dos alunos”, diz.

Mas Holz também lista os pontos positivos do sistema, como a flexibilidade que essa modalidade de ensino concede aos estudantes e mensalidades mais baixas. “Alguns cursos chegam a ser 50% mais baratos que o mesmo curso presencial na mesma instituição”, reforça.

Em prol de um Plano Nacional

Para permitir todas as mudanças que o EAD necessita, os especialistas ouvidos defendem um Plano Nacional de Ensino a Distância. “A legislação hoje é falha e isso gera uma insegurança jurídica muito grande”, afirma Holz. “Tem de haver uma matriz curricular quase que unificada, com regras que devem ser seguidas por todos, tanto instituições particulares, como públicas”, acrescenta Fagundes.

O professor defende uma reforma universitária que contemple todas as modalidades de ensino. “Dessa forma, podemos garantir uma qualidade maior do ensino”, afirma Fagundes.

Fonte: UOL



Novo curso gratuito do SEBRAE-SP EAD – Equipe Motivada

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Objetivo
O objetivo do curso é orientar os empreendedores de como fortalecer as relações do seu grupo de trabalho para alcançar melhores resultados.

Carga horária
03:00 horas

Público-alvo
Empreendedores interessados em montar um negócio.

Pré-requisitos
Não há.

Investimento
Não há.

Competências
Os conteúdos do curso deverão levar o participante a desenvolver as seguintes competências:

  • Reconhecer o papel do empresário na condução dos processos de fortalecimento das equipes.
  • Adotar postura favorável para promover o fortalecimento das relações internas e externas.
  • Utilizar o conhecimento para trabalhar com pessoas, visando atingir os objetivos propostos.
  • Conhecer os benefícios do constante desenvolvimento das equipes.

Conteúdo programático
Os desafios da Liderança;
Tipos de equipes;
O papel do empreendedor no fortalecimento das relações;

Sinopse
O curso trata do papel do empreendedor na liderança de equipe e os desafios para fortalecer a equipe e as relações de trabalho internas e externas a empresa. Demonstrar que a adoção de uma postura favorável pode fortalecer as relações do seu grupo de trabalho e gerar resultados positivos para a empresa.

Conteúdo Programático

Modulo I
Equipe Motivada
Desafios da Liderança
Tipos de Equipe
Atividade

Modulo II
A importância de fortalecer relações externas
Fortalecendo relações internas e externas
Atividades

Clique aqui para mais informações.



Ensino a distância gratuito cresce no Brasil

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O gosto pela música faz parte da vida de Marinês Mendes, 44, há pelo menos uns 20 anos. Ela já deu aulas particulares de violão e fez um curso aqui, outro ali, enquanto trabalha como servidora na USP, bem distante das notas musicais.

Em 2007, uma ex-professora ligou para Marinês e fez uma pergunta estranha: “Quer voltar a estudar música? Em casa e de graça?”.

O convite era para que a ex-aluna tentasse o vestibular para licenciatura em ensino musical, pelo programa de educação a distância da UFSCar (Universidade Federal de São Carlos).

Marinês e mais 33 alunos toparam a experiência, compartilhada por mais de 170 mil pessoas que hoje fazem algum tipo de graduação ou especialização em cursos oferecidos por instituições públicas que participam do sistema Universidade Aberta do Brasil, programa do MEC (Ministério da Educação) para o ensino a distância.

Apesar de ser a distância, o curso não é fácil, dizem os alunos. Demanda muito estudo em casa, além dos encontros presenciais em polos espalhados pelo país –onde os alunos fazem provas e atividades em grupo.

Criada em 2006, a UAB tem como objetivo atender a população com dificuldades de acesso à formação superior e os professores do sistema público sem graduação, que têm apenas o magistério ou que ministram aulas de disciplinas não compatíveis com sua formação.

Por ser um projeto novo, Celso José da Costa, diretor de educação a distância da Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior), reconhece que ainda há problemas.

“Algumas universidades não têm experiência nesse tipo de ensino, então sempre surgem alguns imprevistos. As equipes de alguns polos ainda mostram dificuldades, mas estamos melhorando.”

Disciplina

Estudante de sistema de informação, Marcelo Correia, 33, vai precisar estudar mais do que previa até o fim do ano ou poderá ser reprovado novamente em uma matéria e até ser jubilado do curso.

Para evitar que os estudantes prolonguem os anos de estudo, ocupando o lugar de outros, a UAB não permite duas reprovações na mesma matéria. “Agindo dessa forma, a própria UAB vai ampliar a exclusão educacional no país”, critica Marcelo.

Já Marinês acha a exigência necessária. “O aluno precisa ter disciplina, estudar três, quatro horas por dia e nos fins de semana. Se não houver cobrança, em muitos casos não funciona.”

Mesmo concordando com tanta exigência, ela fica em dúvida se faria outro curso a distância. “Cansa bastante. Acho que agora eu não faria outro. Mas vale muito a pena, sempre recomendo.”

Fonte: Folha de SP